quarta-feira, 11 de abril de 2012

The Great American Disaster





Quando as finanças estiverem melhores, é o primeiro sítio onde me vou enfiar. Para quem andar por Lisboa e nunca tiver lá ido, aconselho. É muito bom, variado e não é caro. Nos dias de semana costumava estar a rebentar pelas costuras ao almoço, pelo que recomendo um lanche ou um jantar. Ao fim-de-semana, é como nos outros lados.


"O famoso restaurante The Great American Disaster, ícone de várias gerações, voltou com um ambiente rock 'n roll muito inspirado nos sons e na estética dos anos 50. Das 12h às 24h, todos os dias, servimos almoço, lanche, milk-shakes, refrescos, sobremesas fora de horas, jantares, ceias, TUDO!!! Deliciosos e frescos hambúrgueres, chilli, pizzas, bifes e saladas. Com óptimos preços, uma grande selecção musical e uma vista fantástica sobre o Marquês de Pombal."

Confirmo!

Favoritos: Hambúrguer Grrr (com chilli), Hambúrguer Lucy (com molho de pimenta verde), sangria (tão boa), All American Grandma's Apple Pie (para dividir na sobremesa ou para um lanche, com um batido) 

The Great American Disaster no facebook 
(que eu saiba não têm site próprio)




Mesmo no Marquês de Pombal, entre a Avenida da Liberdade e a Rua Braancamp



Introspecção... again

Ontem foi um dia... menos bom. Digo menos bom e não mau porque felizmente tenho saúde, tenho um tecto, não me falta comida. Por coisas desse tipo não me sinto no direito de dizer que tive um dia mau, sinto-me agradecida pelo que tenho.

Mas sinto-me mal. E a culpa é minha. Possuo várias características que me tornam mais vulnerável à decepção e, sabendo disso, caio sempre no mesmo erro (bom, não no mesmo, mas numa das suas infinitas variantes): deixo-me levar cedo demais e sem dar conta. Claro que o resultado não é agradável.

Diz-se que "gato escaldado da água fria tem medo". A minha vida, no que toca a relacionamentos, não tem tido bons exemplos. Também não tenho sido muito felizarda nesse campo. Mas continuo a acreditar, e invariavelmente a cair no mesmo erro. Será caso para aparvalhar: o gato pode ter medo, mas continua a ter de beber água.

E às vezes o gato, por beber só quando a sede aperta, engasga-se.

E dói. É sinal de vida, verdade, mas é desagradável, e tudo o que é demais enjoa. Eu cá sou pelo equilíbrio. Um bocado de bom, que sabe bem, um bocadinho de mau, porque não se pode fugir a isso e porque acaba por não se esquecer o valor que o bom tem. E o karma, se existe, estaria a meu favor. Ou então tenho mau karma acumulado de há 3 vidas para cá.

Resta-me analisar quanto deste comportamento é estupidez, inaptidão, azar ou trauma. Porque gostava mesmo de saber, porque tentar mudar com base empírica não tem resultado. Preciso de um bocado de ciência, quanto mais não seja para abordar o problema de outra forma.

Era tudo mais fácil se pudesse desligar essa parte de mim (a afectiva) como se houvesse aqui algures um interruptor. Mas ao mesmo tempo não gostava de deixar de sentir. E isto tudo, isto de pensar demais nas coisas, dá cabo de mim. E o maior problema disto tudo é que não só dá cabo de mim como extravasa para o outro lado, e o outro lado não tem culpa que eu seja maluquinha...

"Então não penses demasiado nas coisas". Não dá... Enquanto não arranjar algo que me consuma, algo em que me consiga concentrar, que me dê gosto, que me faça descansar a parte afectiva da mente, não dá. E se por acaso conseguisse perder um bocado a sensibilidade, depois se/quando vier A oportunidade não a ia aproveitar a 100%, também não quero.

"Então aguenta-te à bronca". E aguento, que remédio. Mas depois há dias como o de ontem. Mas hoje será melhor.

Até à próxima queda, uma pessoa distrai-se. Quem sabe, pode ser que me distraia de tal maneira que quando me deixar levar outra vez não haja queda...

terça-feira, 10 de abril de 2012

Não percebo





Quer dizer, percebo. Percebo a ideia. Só não percebo a metodologia.




Gosto de situações claras e bem resolvidas, mas há quem não ajude.







(pronto, já desabafei)


Edit: Fez-se luz. Que burra... que triste...

Good vibes





Parece-me que andamos a precisar delas.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Conflito interno - o dérbi

Bolas... estou aqui um bocado atrapalhada. Por um lado quero que ganhemos, sem margem para dúvidas, como em todos os restantes jogos. Por outro, não queria que eles perdessem o campeonato (gostos não se discutem), ainda mais por perderem connosco... e agora?

Restam-me os nervos, pronto. Quase a dobrar, ainda por cima.

Mais importante que o resultado em si, só espero que as pessoas se portem de forma civilizada, que o árbitro não faça má figura, que seja um bom espectáculo.

Que se jogue Futebol.

Que cada um defenda as suas cores, sem ofender as cores dos outros.

Que se celebre uma vitória, e não a derrota alheia.

Que quem pagou para estar no estádio dê por bem gasto o seu dinheiro. E que os jogadores façam por merecer o seu salário (sim, tu também, Rui Patrício, que andaste a choramingar por ganhares menos que os outros - bom, se há para uns, devia haver para todos...).


Já agora, que não empatem...


Bom jogo.






                                                                                           Oooops... Forgive me, will you? ;)



22:00 - Ainda não acabou, mas a enxaqueca já se instalou.
22:15 - Ganhámos. Roubaram-lhes um penálti, mas pareceu-me bem ganho, na minha opinião. Agora Ibuprofeno e cama. 
22:50 - não resisti e fui ouvir os comentários. Devia ter ido logo para a cama depois do Jesus, ninguém merece ouvir os comentadores a discutirem lances até à exaustão.

 

Grécia #2 - Αθήνα

Discute-se se Atenas deve o seu nome à Deusa Atena, a deusa da guerra, da civilização, da sabedoria, da estratégia, das artes, da justiça e da habilidade (ufa!) ou se é a deusa que deve o nome à cidade.

A Acrópole, vista oposta à cidade
Nunca fui muito de História, nunca tive jeito, mas em Atenas há História a cada dois metros. Se uma pessoa se distrai durante dois segundos, já passou por 2 monumentos e está prestes a dar uma trombada no terceiro.

Parte da Ágora, dedicada a Zeus
Independentemente de não apreciar História por aí além, a cidade consegue conquistar-nos pela sua cultura, pela sua beleza, pela sua confusão, pelas pessoas. Tem sítios lindíssimos e é uma cidade onde se circula facilmente, quer a pé quer de metro.

Tive a sorte de ficar alojada perto do centro, portanto qualquer volta que se desse dava para ficar a conhecer bem aquela zona, não foi coisa de lá ir visitar uma vez e pronto. Passei muitas vezes pela Praça Syntagma, onde se encontra o Parlamento e o Túmulo do Soldado Desconhecido. Assisti ao render da guarda, o que tem sempre alguma piada pelas figuras que se vêem. Na altura nem conseguiria imaginar o estado da Grécia hoje em dia, nem que alguém chegasse ao desespero de se suicidar ali.

Praça Syntagma


Render da Guarda

O grego é uma língua estranhíssima, mas o inglês serve para o que for preciso. A comida é óptima, pelo menos para o meu gosto, e é sobretudo saudável. Ao contrário de outros países que visitei, aqui era difícil escolher mas porque gostava de tudo (o que é sempre um ponto extremamente positivo).

Atenas é uma cidade enorme. Enorme e bastante preenchida. Vista de um ponto alto, é uma imensidão de edifícios que até mete impressão.


A visita à Acrópole foi das poucas situações em que as obras de preparação da cidade para os Jogos Olímpicos de 2004 foram mais visíveis. Acho que não houve fotografia dali que não tivesse apanhado um ou outro andaime. Nem o Templo de Diana escapou.

Templo de Diana
 
Acrópole, pessoas e andaimes

Gostava de lá ir novamente, quando estes tempos mais difíceis tiverem sido ultrapassados.

domingo, 8 de abril de 2012

HOP



Pronto, pronto. Só para poder dar um toque pascal a este fim-de-semana, vou ver o Hop. Dos criadores do genial Gru, o Maldisposto (Despicable Me) e do Lorax (que ainda não vi), é um filme a ver para quem acha piada a este género. Eu acho :)


Fica aqui o trailer:


E o site do filme: www.iwantcandy.com

Sunday Moods #4

Não consigo explicar porquê, mas isto mexe comigo. Quem me conhece bem sabe, quem me quiser desconcentrar brutalmente já sabe como o conseguir. É irracional, é bom.



Deixei de a ouvir voluntariamente, porque a sensação que me provoca é tão boa que não quero enjoar. Melhor ainda, não a associo a nenhuma situação específica, a nenhuma pessoa em especial.

Gosto de uma boa surpresa, esta até agora não me falhou.

sábado, 7 de abril de 2012

C215



Dei com o trabalho deste artista completamente por acaso. Gostei da imagem que me apareceu, fui averiguar. E apaixonei-me. O que eu adorava ter jeito para isto!


O artista: Christian Guémy (conhecido como C215). Podem ver o seu trabalho e mais informação no Facebook ou, melhor ainda (até porque nem toda a gente tem FB), aqui:





Asneira

Pronto, caí na asneira de andar a fazer zapping, calhar estar a dar o The Holiday e eu ficar a ver (outra vez...).

Bom, pelo menos fui buscar à gaveta a Imogen Heap e Frou Frou...




Damn... o falhanço daquele sábado persegue-me... quero um meet-cute, mas em bom!