domingo, 31 de março de 2013

Exageros

Sou de repetir coisas. Coisas que gosto. Ler os mesmos livros várias vezes, ver os mesmos filmes várias vezes, repetir na minha cabeça piadas ou expressões às quais achei particularmente graça (daí rir-me sozinha às vezes), etc. Desde pequenina que sou assim. Alguém fazia uma graça e eu dizia "outra vez!" vezes sem conta (chata, eu sei). Hoje em dia ainda acontece, mas só duas ou três pessoas conhecem essa parte, as que me aturam de bom gosto. Apesar de gostar de experimentar coisas novas, acho que isto da repetição tem uma boa explicação,  psicologicamente falando.

Isto tudo porque estou a ver O Senhor dos Anéis (outra vez) e estou a pensar em voltar a ler os livros (aí pela 3ª ou 4ª vez).

Sunday Moods #54



sábado, 30 de março de 2013

Decidi olhar para o meu próprio umbigo

literalmente. Depois do banho, enquanto estava a pôr creme. Lá muito de vez em quando dá-me para isto. Chego sempre à mesma conclusão: é a parte mais esquisita do corpo, a seguir às sobrancelhas.

Over-analyzing can sometimes be fun. Or weird. Or both.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Pergunto

será que a RTP conseguiu um grande aumento nas audiências hoje à noite?




(o sono paralisa-me, é agora)

Ou é ou não é

A bem dizer, o ideal era que fosse. Imparcial, quero eu dizer. Mas puramente imparcial é praticamente impossível. Tendo isso em conta, há que tentar ser o mais imparcial possível. Isto mesmo que um monstrinho cá dentro tente influenciar a coisa. A velha história da boa consciência e da má consciência, anjinho e diabinho, em plena disputa de influências. Tentar, portanto, ser imparcial. Ou então cagar nisto e assumir a parcialidade de uma vez por todas, também é de valor. Agora andar ali pelo meio, a deixar adivinhar a opinião pessoal por olhares e sorrisinhos cínicos quase em forma de provocação (daquela que irrita mesmo), só fica mal. Comecei isto a pensar em jornalismo, mas acabei por pensar numa data de outras situações a que isto se aplica.

Isto hoje está em overdrive, daqueles que já deita fumo (normalmente mau sinal, a ver vamos).

E para acabar o dia

dou por mim a reflectir sobre algumas coisas, e a concluir: "Dentro do limite do razoável, faças o que fizeres, acontece o que tiver de acontecer e pronto. Quanto muito podes dar um toquezinho aqui ou ali, mais que isso dá asneira, pior a emenda que o soneto".


Não vale a pena pensar muito nisso. Usa esse tempo para outra coisa. Controla-te mais. Controla-te menos. Não, não penses mais nisso. Pára! Como é que se faz para não se pensar naquilo em que se está a pensar? Bolas, outra vez! Cozinhar, comer, dormir, música, ler, trabalhar. Por enquanto são as únicas coisas que resultam. Parece muito, agora que vejo, podia organizar um ciclo ininterrupto composto por todas essas coisas. O cérebro é mais esperto, não deixa, infiltra-se mesmo nas poucas coisas que resultam.

Enfim, jantar por fazer, deitar cedo porque entro cedo. Por agora estou safa.