domingo, 7 de julho de 2013
Fotografia estival
sábado, 6 de julho de 2013
Elucidem-me, sff
Onde é que eu posso ir ao cinema ver o Despicable Me 2/Gru - O Maldisposto 2 na versão original? Hum?
Ainda vou ver com mais atenção, mas parece-me que vou ter de esperar pela "versão online"...
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Até no bacalhau há contradições
O secretário-geral da Associação dos Industriais do Bacalhau (AIB), Paulo Mónica, afirmou que a aprovação do uso de polifosfatos e outros químicos no bacalhau pode levar a um aumento de preços daquele peixe.
Em comunicado divulgado ontem, o eurodeputado do Partido Socialista (PS) Capoulas Santos lamentou que Portugal tenha votado a favor da introdução de polifosfatos no bacalhau, numa votação que teve lugar na segunda-feira no âmbito do Comité Permanente para a Cadeia Alimentar e de Saúde Animal da União Europeia, que contou com a oposição de França e do mais recente membro da União Europeia, a Croácia.
Segundo Paulo Mónica, a função dos polifosfatos é reter a humidade dentro dos produtos, o que faz com que se impeça que "a água saia do bacalhau" e que a cura do peixe, modo tradicional de secagem em Portugal, demore duas a três vezes mais do que o normal, tendo um efeito imediato que é o do "agravamento dos custos com a secagem".
Paulo Mónica lembra que as preocupações da indústria foram comunicadas em devido tempo ao Governo e sublinha que vai conduzir a um "incremento brutal do tempo de secagem e de custos com energia, e mesmo com mão-de-obra", o que se pode repercutir junto do consumidor final e ter um impacto no sector, no qual os produtores estrangeiros vão ficar "com caminho livre para ditarem os preços e levarem à falência a indústria portuguesa".
Para além das consequências em termos de custos, o secretário-geral da AIB salienta que a introdução destes químicos no bacalhau vai modificar a textura do mesmo, a cor e até o sabor.
"A cura não se desenvolve de forma a permitir que o produto final tenha as lascas tão evidentes", explicou o dirigente da AIB.
Num comunicado adicional da AIB, a associação refere que "o Governo português cedeu em toda a linha e não quis defender a posição inicial de total oposição à adição de químicos ao bacalhau destinado à cura tradicional portuguesa".
Capoulas Santos "considera incompreensível o aval do Governo português ao uso de polifosfatos que, segundo argumentam os países interessados [Noruega, Islândia e Dinamarca], permite uma melhor conservação do peixe", mas que, segundo o mesmo, "tudo parece indicar que coloca em causa as características do bacalhau tradicional" tal como os consumidores o conhecem hoje.
Na página do grupo parlamentar do Partido Social Democrata (PSD), um texto datado de 09 de Janeiro deste ano referia, em título, que aquela estrutura "reprova a introdução de polifosfatos no bacalhau".
Na altura, o deputado Hélder Sousa Silva disse, citado pela página do grupo parlamentar do PSD, que "a introdução de polifosfatos no peixe salgado fresco dificulta a maturação do `Bacalhau Português`, alterando as suas características organoléticas específicas e aumenta os custos energéticos do processo de secagem do peixe".
"Face aos dados técnicos que dispomos, o grupo parlamentar do PSD, reprova em toda a linha, a introdução de polifosfatos no bacalhau que é importado salgado fresco, para ser transformado em Portugal", acrescentou Hélder Sousa Silva.
A Lusa questionou o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, mas não obteve resposta em tempo útil.
A 07 de Março, a eurodeputada Maria do Céu Patrão Neves (PSD) anunciou que a Comissão Europeia iria assegurar uma medida excepcional para a rotulagem do bacalhau fresco que tenha como destino o mercado português, informando sobre a presença de aditivos químicos (polifosfatos).
Ao mesmo tempo, o bacalhau que não apresente quaisquer aditivos terá que ser rotulado como tal pela Noruega e Islândia, países que pretendem utilizar químicos no peixe.
Fonte: Lusa
Mais aqui (link) e aqui (link)
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Se eu deixar de escrever
podem assumir que foi porque me esbardalhei na banheira enquanto tomava um banho frio. Qualquer dia é dia.
"Boa" altura para estar sozinha no escritório
A tentar descobrir como resolver toda a problemática das novas regras dos documentos de transporte/bens em circulação e simultaneamente aguardar que a AT me atenda o telefone para me esclarecer dúvidas, a tentar fintar a colega-que-nunca-aparece-a-não-ser-por-acesso-remoto, a lutar com o IEFP a ver se aprovam uma candidatura de um associado (quer contratar um trabalhador aproveitando uma medida de apoio e eles passado um mês ainda não disseram nem sim nem sopas), a ver se organizo as amostras de leite sem que estejam fora do frigorífico muito tempo, senão as análises vêm horríveis (vêm horríveis na mesma, o problema é do trajecto vacaria-escritório), mails para a frente e para trás... e estão 40º lá fora.
Não é mau de todo, desde que no fim não dê para o torto. O que ainda me chateia mais é não saber o que hei-de fazer para levar para o almoço amanhã.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Eu e os pequenitos
Estou a viver numa casa emprestada, que fica na entrada de uma exploração agro-pecuária. Tenho uns... vizinhos, são vizinhos, moram lá para trás da casa. Destes vizinhos (ainda não me dei ao trabalho de contar, mas ainda são uns quantos) só um trabalha aqui na exploração (e o resto acho que não tem trabalho, pelo menos legal).
É uma história um pouco triste, viu-se sozinho com os dois filhos quando a mulher o abandonou (vá-se lá saber porquê - não sei mesmo), e a partir daí a população tem crescido naquela casa. A filha - mais nova que eu - teve filhos (vai em 4, um de cada pai), o filho - ainda mais novo - tinha umas amizades duvidosas, optou um bocado pela via criminosa (mas parece que é de família), quando cresceu engravidou uma moça e saíram duas gémeas (olha que sorte), veio o primo, o cunhado, já lhes perdi um bocado a conta, não é que os veja muito, que saio de casa de manhã e só volto a enfiar-me em casa à tardinha.
Além de uma família extensa, têm cães, dois dos quais andam de roda de mim quando eu vou dar comida, água e mimos ao cão de guarda, que tem a casota mesmo ao pé da minha porta. Só me chateia a baba, mas os cães são todos "babentos", e as mãos e a roupa lavam-se, não tem mal.
Onde é que eu ia?
Ah, família grande, vida um pouco miserável, criançada. Pois que ontem, quando chegava a casa com o saco das compras, vejo um menino a andar de bicicleta (com rodinhas, que ainda era pequenito). O menino também me viu. Começou ao longe a dizer algo parecido com "óia! óia!".
Ok, vamos lá fazer mais um amigo. O problema foi que eu não percebi a ponta de um chavelho do que o miúdo estava a dizer. Tinha o seu próprio idioma. Eu sou um pouco má a avaliar idades, mas o miúdo não tem menos que 3 anos, já era suposto perceber-se algo mais do que "cão". Ou estou enganada? Lá ensaiei uma espécie de conversa, falei do cão, expliquei-lhe o que tinha no saco (já que ele se pôs a ver o que eu tinha lá dentro), perguntei como se chamava, que idade tinha (e fiquei na mesma, já que não percebi mesmo nada do que a criança me disse), às tantas disse que tinha de ir para dentro que era hora de jantar, disse adeus, até amanhã, vai brincar com o cão e fechei a porta. Vim para o outro lado da casa e pus-me nos meus afazeres. Começo a ouvir uns ruídos na porta. Era a criança a bater à porta. Mais uma pequena conversa ininteligível, até me despedir outra vez um bocado à força.
Agora estava aqui a ver as notícias e a pensar que tenho de ir fazer sopa que já se faz tarde, e ouço a bicicleta aqui ao pé da porta. Bolas, tenho a janela aberta, queres ver que o miúdo ainda me salta para dentro de casa?
Com o miúdo não tenho problema, gostava era de perceber o que é que ele diz, caso contrário fica ele a pensar que sou maluca e eu um bocado atrapalhada. Mas toda a gente me diz para eu trancar portas e janelas quando não estou em casa, para não estranhar entradas e saídas a altas horas, ou fogueiras durante a noite (dizem as más línguas que de vez em quando roubam cobre, ou carros). É que a exploração é grande e estou aqui sozinha com eles.
Sugestões para falar com crianças que não se sabem exprimir evitando ao mesmo tempo grandes confianças que permitam manter a "relação" fora de portas, anyone?
(depois hei-de contar a história do Zé Carlos)
terça-feira, 2 de julho de 2013
Vou-te dar mais uma oportunidade, Paulinho
És um irresponsável, e eu sou bonzinho, portanto não vou pedir ao sr. presidente a tua exoneração. Vá, deixa lá de fazer birras e vem cá ao pai. Vá, pelo país. A responsabilidade é tua.
Não posso dizer que esteja surpreendida.
'xa cá ver o que dizem os outros.
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