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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Riddle me this

Se eu disser que sonhei que estava num balneário a tomar banho, saio do banho e visto um roupão de banho, daqueles típicos, todo branco (coisa que nunca uso). Seguidamente, encaminho-me para o estádio (sim, para o estádio, o balneário era de um estádio), já todo ele ao rubro, lotação esgotada, luzes, cores, e um jogo a decorrer. Eu desato a correr e entro pela lateral da equipa adversária, à laia de substituição (árbitros para quê, que disparate?). Entretanto reparo que é uma equipa mista. Assim que eu entro em campo (sim, ainda de roupão de banho) recebo um passe longo, enquanto isso olho para a zona da baliza a ver quem lá está, e tinha dois jogadores mesmo a jeito para marcar, o C'stiano (esse, o Ronaldo) e uma rapariga. Faço uma assistência fenomenal (fiz-lhes a papinha toda, era só empurrar para dentro da baliza), o C'stiano não chega lá, vai a rapariga e.......



Falhou. Por quase 3 kms! A indignação! Só me faltava deitar fumo pelos ouvidos! '#$%/-se então eu faço um passe destes e tu desperdiças-me esta m#$5a?'. Não sei se o jogo acabou ali ou não, mas eu recuei ao longo da lateral, lixada da vida, e só aí me preocupei com 'deixa cá ver se o roupão não se abre', porque só estava atado com a fita na cintura... e parou por aí, não me lembro de mais.




Isto tudo a cores, bem vívido. Alguém que me interprete isto, sff.

domingo, 28 de outubro de 2012

Sunday Moods #32

Já me passou pela cabeça perder o amor a 30 euros e ir ao concerto sozinha. Se calhar fico-me por comprar o álbum, pronto. Mas apetece-me passar o dia a ouvir isto.

Gotye - Dig Your Own Hole


And you know it's the wrong way round
Still you can't say no
Ever playing upon your mind
But you won't say why

(So shut up!)

Unless you're ready to leave it
(Or make up your mind)
But you need it so much
(Do you really believe in it?)
Yes I do
From time to time

In the end

You dig yourself the hole you're in
When you don't know what you want
You just repeat yourself again
In the end
You just repeat yourself again
When you don't know who you are
You dig yourself the hole you're in

(Don't worry)

It's only in your mind
(Don't worry)
But I do
From time to time

You just repeat yourself again

(Don't worry)
You just repeat yourself again
(Don't worry)
You just repeat yourself again
(Don't worry)
You just repeat yourself again

Still it's the wrong way round

And you won't say no
Ever playing upon your mind
But you won't say why

(So shut up!)

Unless you're ready to leave it
(Or make up your mind)
But you need it so much
(Do you really believe in it?)
Yes I do, I do, this time

In the end

You dig yourself the hole you're in
When you don't know what you want
You just repeat yourself again
In the end
You just repeat yourself again
When you don't know who you are
You dig yourself the hole you're in

In the end

(Unless you're ready to leave it)
You just repeat yourself again
(But you don't know you need it)
When you don't know who you are
(Do you really believe in it?)
You dig yourself the hole you're in

domingo, 11 de março de 2012

Não consigo não gostar disto

É um filme de 2010 mas ainda sinto as réplicas. Descobri-o por acaso, numa das minhas 'pesquisas' cinematográficas, e 'comprei-o' assim que pude. Nem sei precisar o que me levou a 'comprar' este filme, até porque não sou pessoa de 'comprar' tudo o que me aparece à frente, sou um bocado selectiva nisso. Talvez tenha sido por entrar o Zach Galifianakis, já que o The Hangover tinha saído no ano anterior e eu tinha gostado bastante.

Falo do It's Kind of a Funny Story (ver o site oficial ou o IMBD). Como o título indica, é uma história com piada, mas não é à toa que o IMBD o cataloga como comédia, drama e romance (a parte do romance é secundária). Muito por alto, é a história do Craig (Keir Gilchrist), um adolescente com ideias suicidas que vai ao hospital procurar ajuda e que acaba internado na ala psiquiátrica dos adultos, porque a dos adolescentes está em obras. Toda a parte interessante do filme se desenrola no hospital, onde conhecemos as histórias dos vários pacientes que por lá andam.



Marcou-me. Quase podia comparar este filme a um perfume. Como nota de cabeça temos a parte da comédia, ligeira, fácil, para a qual o Zach contribui com o seu estilo muito particular. Mas depois, como nota de fundo, há tantos pormenores pesados, dramáticos, nem sempre evidentes, que dão que pensar, que perduram. E também aqui o Zach desempenha um papel fulcral, bem mais complexo e bem interpretado do que à partida eu poderia pensar.
Tomei o Zach como exemplo mas há muitos outros que conferem a este filme características deliciosas. Desde o Muqtada, o colega de quarto do Craig, que nunca saiu do quarto desde que foi internado, ao Solomon, um judeu que tomou LSD a mais e que passa a vida a pedir para falarem mais baixo, enfim, há muito que ver, que rir, que pensar. Para um filme mainstream, achei-o fantástico, e gostei bastante da banda sonora.

Se por acaso alguém ler isto e já tiver visto, ou se vir entretanto, gostava que me desse uma opinião acerca do filme. Aqui fica o trailer: