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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Querem leitura agrícola?


(demorei quase 15 minutos a escrever isto, porque entretanto senti algo a subir-me pela perna, fui ver e era uma aranha... depois andei a tentar apanhar um grilo que entrou no escritório, estão doidos hoje, não se calam)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

sábado, 1 de dezembro de 2012

Há demasiado tempo...

... que não ia lavar a alma. Há coisa de um ano que não punha lá os pés. E que falta me fazia. Por mais que um motivo: pelo sítio, pelo carinho e sempre boa companhia dos amigos, pelos animais, pela paz, pelas lembranças. Soube-me pela vida. A Lezíria é um bom sítio para se (con)viver. Agora a ver se tiro a lama toda do carro em tempo útil...



Flor, a rockar desde Junho de 2008

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Biopost #5 - Biodiversidade



Andei a explorar sobre a biodiversidade. É algo que me desperta o interesse (e preocupação) há alguns anos. Tanta informação por trás deste conceito, e tão importante para o futuro. Espero sinceramente que o bom-senso consiga competir de alguma maneira com a ganância, e que consiga um dia controlá-la.

Podem ler sobre o assunto no site da FAO, gosto especialmente das pastas Components e Cross-sectoral issues. Aqui ficam alguns excertos:

"According to The State of the Worlds Animal Genetic Resources for Food and Agriculture (2007), 20 percent of documented livestock breeds are at risk of extincton: 1500 of 7600 breeds around the globe may be lost forever in the near future."

"Presently, only about 30 crops provide 95% of human food energy needs, four of which (rice, wheat, maize and potato) are responsible for more than 60% of our energy intake. Due to the dependency on this relatively small number of crops for global food security, it will be crutial to maintain a high genetic diversity within these crops to deal with increasing environmental stress and to provide farmers and researchers with opportunities to breed for crops that can be cultivated under unfavourable conditions, such as drought, salinity, flooding, poor soils and extreme temperatures."

E se qualquer dia acontece alguma coisa, ou com o passar do tempo a uniformização a que se vai assistindo se basear em espécies cada vez menos adaptadas ao ambiente envolvente? E que graça tem a uniformização (a tender para o extremo), seja do que for?

quinta-feira, 12 de julho de 2012

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Memórias supérfluas

às vezes sinto que não me lembro de nada do que dei nas aulas. Fico com a sensação de que saí dali sem capacidades nenhumas. Em parte, não estou muito longe da verdade, aprende-se muito mais com as mãos na merda massa. Depois há momentos como um de há pouco, em que recebo uma mensagem a perguntarem-me se para determinado exame tínhamos de saber as fases de desenvolvimento do milho. Ora pois claro que sim, talvez não todas, mas a 'mais importante' ficou-me na memória. O milho para silagem é colhido quando o grão se encontra na fase cerosa, com 30-33% de matéria seca, vê-se com a unha.

E então? Para que é que isso me serve? E todos os pormenores de maneio numa exploração agro-pecuária? Ah pois, isso já é um tema muito nebuloso... Economia e gestão então, tá quieto...

Não acabes a tese, não...

domingo, 17 de junho de 2012

Bacalhau?

O bom de ter muitas flores no jardim é que atraem muita fauna:



Já se vêem poucas destas por aqui. Tão grandes (comparando a uma de tamanho normal, claro) que lhes consigo ouvir o bater das asas. E deixou-me aproximar até bem perto, devia estar com fominha. As asas pareciam uma pintura (e são, no fundo são uma pintura da Natureza).


Pois, o que é que o título tem a ver com borboletas? Não sei se é pela forma como voa, se pela forma das asas, sempre que penso nisto cada vez menos faz sentido, mas eu sempre chamei a estas borboletas... bacalhaus (eu sei... eu sei...) :D

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Jardim Botânico de Lisboa

Tem entrada livre até ao fim do mês, e é sempre um bom passeio, apesar da necessidade urgente de recuperação.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Produto "cá de casa"

Desde sempre que me lembro de viver entre animais e plantas. Confesso que, se pudesse, todos os animais que tinha em casa seriam de estimação, mas de vez em quando havia um familiar que se encarregava de matar uma galinha, um perú, um pato para o jantar, o que me deixava sempre muito triste (e sem fome). Gostava especialmente dos gansos, apesar do barulho que faziam.

Das plantas, no entanto, nunca tive pena :) sempre me deu um gozo enorme poder apanhar qualquer coisa do quintal para usar nas refeições. Dá outro gosto ir ao quintal e apanhar um limão, um punhado de salsa, parece que tem outro sabor. Não opino sobre se será de melhor ou pior "qualidade", mas não há dúvida que algo apanhado no momento e que cresceu à nossa vista, pelas nossas mãos, será sempre especial.


Claro que nem toda a gente tem espaço para ter uma grande variedade de plantas, ainda para mais comestíveis, mas mesmo num apartamento podem criar-se condições para ter uma ou duas ervas aromáticas que se podem utilizar de vez em quando. Pode aliar-se a estética à utilidade, porque há várias espécies que passam facilmente por plantas ornamentais. E as flores são normalmente comestíveis, o que pode tornar algumas refeições realmente bonitas e especiais.



Desde a cozinha à varanda, lanço o repto de, neste início de Primavera, "adoptarem" uma planta.


Algumas sugestões de espécies comestíveis e que podem facilmente ser criadas em vaso, sem atingir grandes dimensões e sem dar muito trabalho:
- Tomilho (várias variedades diferentes, podem até juntar várias plantas num vaso mais largo);
- Orégãos
- Cebolinho
- Salsa (lisa, frisada)
- Coentros
- Hortelã
- Hortelã-pimenta
- Manjericão
- Malaguetas
- Erva-cidreira
- Tomate-cereja (numa varanda, por exemplo)