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sábado, 2 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Nham Nham

Mesmo os que pensava que me iam agradar menos superaram todas as expectativas. Achei a minha nova fonte de lacticínios, desde queijo creme, a sour cream, a estas delícias (link).


domingo, 16 de setembro de 2012

JA ao lume

Ainda não percebi se gosto ou não do José Avillez, se o acho meio tontinho ou se é um porreiro. Depois do que acabo de ver, não me interessa:

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

HB no GAD

Ora que, mesmo sem folgas e a caminho do 3º fim-de-semana, resolvi pegar na minha mãe e celebrar o meu aniversário. Fomos ao Great American Disaster, cedinho, que amanhã entro às 6 da manhã. Resolvi experimentar o novo Portobello Road, que está aprovadíssimo (mas o Grrr! vai ser sempre o meu preferido), acompanhado de um copázio de sangria (tããão boa). Espero ter uma noite santa, portanto, apesar de às 4h30 soar o alarme.


Boa noite e bom fim-de-semana!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Solidão e comida

Apeteceu-me comer hambúrguer no pão ao almoço.
Lembrei-me dos meses em que estive na vacaria, fazia a vida toda sozinha, fora uma ou outra visita que de vez em quando aparecia, fora quando ia com o chefinho e com a namorada - agora casados - para a casa deles.
Acontecia - mais frequentemente do que desejaria - não me apetecer fazer nada para comer, ou melhor, apetecer-me comer algo rápido. Mesmo passando muito tempo no escritório, levantava-me cedo e sempre fazia qualquer coisa que me cansava (algo de que sinto muito a falta). Quando chegava a casa para o almoço, mesmo tendo à volta de 3 horas de pausa, apetecia-me era despachar a parte obrigatória da refeição e alapar-me no sofá a ver um filme ou sair para ir beber um café, caso os níveis de sono estivessem críticos. Resultado: muitas vezes a refeição era a despachar. Ainda por cima estando sozinha, podia fazer tudo aquilo que me apetecesse e/ou que normalmente ninguém mais em casa comia.
Nos piores dias comia hambúrguer no pão, com queijo, cebola frita (quando tinha mais paciência), um ovo estrelado, ketchup e maionese, devidamente acompanhado de batatas fritas. Felizmente não fazia isto muito frequentemente, porque o nível de exercício já não compensava o excesso de calorias. No dia em que levei com o estupor da vaca, então, passei o resto do dia em jejum, sem vontade nenhuma de me mexer. Mas comia melhor do que pensei que fosse comer, mesmo estando sozinha. Fazia sopa, fazia saladas, couscous de toda a maneira e feitio, feijoada, guacamole... só comia era mesmo o que me apetecia, não necessariamente tudo o que precisava... proteína animal, por exemplo.
Não me importava nada de ir viver para uma cidade pequena como aquela. Já tinha os meus hábitos, já conhecia algumas pessoas, não me fechava em casa.... agora sinto que regredi, mas enfim, talvez em breve haja algum avanço.

sábado, 14 de julho de 2012

Festival do Pão - Mafra (de 13 a 15 de Julho)

Ontem fui dar uma voltinha a Mafra, para espreitar o Festival do Pão. O festival está a ter lugar no Jardim do Cerco, que é mesmo ao lado do convento.

Chegámos lá pouco antes das 7, hora a que supostamente começava o festival. Consegui arranjar lugar bem perto, começou bem. Quando saímos do carro, vimos uma banda  tocar em frente ao convento. Boa, pensei eu, bela recepção. Vinha aí a banda. Vimos também um rancho folclórico no início do corredor que dava acesso ao jardim, e umas pessoas com ar de serem importantes. Pelo comportamento das pessoas à volta, topei logo qual deles era o presidente da Câmara. Chegámos mesmo a tempo, que a banda vem tocar para o presidente, à laia de sessão de abertura do festival. Depois da banda foi o rancho, e depois seguimos caminho, qual comitiva da Câmara, em direcção ao portão do Jardim. De repente, um estrondo. Dois. Três. Olho para o lado, vejo bombeiros. Foguetes... mas ali a menos de 5 metros de distância, não estão bem a ver o ruído. Depois de uma sessão de foguetório de inauguração, deu-se um jeito de ultrapassar a malta da Câmara que, com tanto cumprimento para um lado e para o outro, começava a empatar o caminho.

Doces, queijos, produtos hortícolas, pão (claro...), jogos para as crianças, tasquinhas com artesanato e petiscos vários, música. Muito bom. Pena o tempo começar a fechar. Com uma tempestade em formação, às 22h (como previsto) começou o espectáculo com o Sebastião Antunes (viola e voz) e o João Ramos (violino), aos quais se juntou, pouco depois, o José Barros (braguesa). Pena que com a chuvinha que se foi tornando mais intensa tiveram de encurtar um pouco a coisa. O rapaz do som bem tentou, mas como o palco não era coberto teve de ser. Mas proporcionaram-nos um bom bocado de música tradicional portuguesa.

Ainda alarvei um pão com torresmos e bebi um copázio de sangria. Um dia não são dias. O festival dura até domingo, para quem quiser lá ir. O trio volta a dar espectáculo no domingo, penso que pelas 18h30. Deixo aqui algumas fotos:




Foguetes mesmo ali. A postura da criança diz tudo. Ia tendo um ataque cardíaco.




Porquinhos de barro a... para que servirá aquilo? Mas a porca com os filhotes estava muito bem feita, pena ser um cinzeiro.
Mármore de Pêro Pinheiro. Os porcos estavam giros, agora Jesus estava com um olho para cada lado... Just sayin'...


Pintura em azulejo









No jardim há gaiolas gigantes com pássaros diversos. Muito giro, bem tratados e limpos.


















Sebastião Antunes (direita), João Ramos (esquerda) e José Barros (centro)


ps - agora lembrei-me desta dos Romanças, também podia ter passado ontem.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Hobby

Sendo que as ocupações habituais têm demonstrado uma tendência para não avançar (algumas quiçá até regredir) e pelo bem da sanidade mental que me resta, resolvi sair da minha zona de conforto culinária e passar a confeccionar refeições para as quais ainda não tinha tido a paciência, jeito ou vontade. Assim sempre evoluo em alguma coisa, e pode ser que me dê 'ânimo' para o resto... E compenso as minhas 'misérias' com comida mas sem engordar, que cozinhar tira-me a fome  ツ

No outro dia foi o rolo de carne, hoje vai ser gaspacho. Veremos.

Próximo passo: sobremesas, mas em pequeníssima escala.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Será grave?

Apetece-me comer molho tártaro às colheres (de café). Ou manteiga de amendoim. Queijo fresco, curado, amanteigado. Presunto, paio, morcela assada. Pão alentejano e azeitonas. Apetece-me ter uma crise de vesícula, portanto.

Mas o jantar será... almôndegas. Tudo a ver.


Humpf.

domingo, 8 de julho de 2012

Meat Loaf

Not the singer, the recipe.

Finalmente a coisa correu bem, bom sabor, boa textura. Tenho é de apontar em algum lado, antes que me esqueça. Inventar é bom, especialmente quando corre bem   ツ

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Apetites

Estava eu na voltinha habitual pelos canais da TV, fui parar, como costume, ao Food Network. Estava a começar o Diners, Drive-Ins and Dives, com o Guy Fiery, e o convidado especial é nem mais nem menos que o Kid Rock.

Perfeito :)

Não me importava nada de ir passar um verão ao Sul dos EUA... fazia já as malas...




Boa noite ;)

sábado, 2 de junho de 2012

Ingredientes de sonho #3


                             Couscous/Cuscuz                                              Bulgur


Hoje trago estes dois produtos de trigo que, apesar de ligeiramente diferentes, podem ser utilizados de forma semelhante. O couscous é tipico do norte de África: Marrocos, Tunísia, Líbia e Argélia, enquanto o bulgur é mais utilizado no lado europeu: Grécia, Turquia, Arménia (o Brasil também se tornou grande utilizador de bulgur, chamam-no de triguilho ou trigo de quibe).
Enquanto o couscous é formado por pequenos grânulos de sêmola de trigo, o bulgur não é mais do que trigo partido, e por isso tende a ter uma preparação mais demorada. Tanto um como outro permitem uma infinidade de combinações, tanto quentes como frias. São uma boa base para se lhes juntar bacon, legumes, fiambre ou queijo aos cubos, miolo de camarão, ananás, frutos secos, enfim, tudo aquilo de que gostarmos. Também se adapta a todo o tipo de temperos que apreciarmos, o que ainda aumenta mais o potencial destes ingredientes.
Costumo preparar o couscous à parte, medindo a quantidade que desejo, pondo num recipiente, junto-lhe sal, um pouco de alho em pó e orégãos, um fio de azeite e igual medida de água a ferver, deixando repousar até a absorver totalmente. Depois, com um garfo, vou raspando o couscous do recipiente, para ficar soltinho. Em quente costumo fazer com bacon e cogumelos (por vezes também courgette) que preparo numa frigideira, aos quais junto o couscous e ananás caramelizado (feito à parte). Em frio costumo juntar ao couscous já preparado beterraba, tomate, ervas aromáticas e raspa de limão, queijo ralado, cenoura ralada e por vezes maçã aos cubos, temperando como uma salada, ou, quando me está a apetecer abusar, com um pouco de maionese. Gosto muito também de tabbouleh (link), mas ainda não fiz cá em casa. Fica para quando me decidir a fazer hummus (link) e baba ghanoush (link), que também adoro.

Podem ver mais exemplos de receitas aqui, aqui, aqui ou aqui, mas tudo depende da vossa imaginação.

sábado, 26 de maio de 2012

Ingredientes de sonho #2

Batatas


Ahhh.... um ingrediente tão 'simples' mas com tanto potencial... Da família das Solanáceas, assim como o tomate ou a beringela, teve origem na América do Sul, estando hoje em dia disseminada por todo o mundo. Já a batata-doce não está relacionada com a batata, pertencendo a uma família diferente. No entanto, como poderá ter usos parecidos, vou incluí-la na escolha das receitas preferidas.
Trata-se de um tubérculo rico em amido, podendo ser usado não só para utilização na alimentação humana em fresco mas também para fabrico de bebidas alcoólicas, como espessantes na indústria alimentar, na alimentação animal, etc. Além do amido, a batata é uma boa fonte de fibra, assim como de vitaminas e minerais. Tem uma ampla variedade de usos na culinária, podendo ser frita, cozida, assada, utilizada em estufados/guisados, etc.
Existem imensas variedades de batata, categorizadas tendo em conta a quantidade e relação entre tipos de amido na sua composição. As que tenho visto com mais frequência na grande distribuição são a monalisa, a astérix ou a chérie. Umas são melhores para cozer, outras para fritar ou para fazer puré.
Embora se produza batata ao longo de todo o ano, há dois períodos de colheita que se consideram mais importantes: Março/Abril, em que temos batata normalmente chamada de batata primor ou batata nova, devido à sua precocidade (pele mais fina, maior teor de água), e  Julho/Agosto, onde temos a chamada batata de conservação, pois está completamente amadurecida, o que lhe confere um maior poder de conservação.
São uma boa base para os mais variados tipos de receitas, mas as minhas preferidas são:
  • Salada(s) de batata (exemplos aqui e aqui)
  • Bolinhos de batata (exemplos aqui e aqui)
  • Esmagada de batata e batata-doce com feta (imagem aqui e receita neste artigo)
  • Pyttipanna
  • Qualquer coisa à lagareiro, com batatinhas a murro (de preferência polvo)
  • Batatas assadas e recheadas
  • Salada russa
  • e, claro, batatas fritas (preferencialmente tipo chips, mas gosto de todas)
  • Adenda: já me esquecia doutra gama de pratos que eu adoro: qualquer coisa à Brás (bacalhau, carne de frango ou vaca desfiada,  legumes...)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Proibido foguear

Note to self: quando te vierem com a conversa que fazer a fogueira para um churrasco é coisa para os homens fazerem, não te rias e não digas que é um disparate. Não é que não o saibas fazer. Não é que não o consigas fazer. Até já tens as douradas ao lume e os pimentos assados. Mas se houver algum homem disponível para o fazer, aceita de bom grado, sorri e agradece. Se não houver, deixa-te estar quieta e faz algo que não envolva pegar fogo a lenha. Já uma vez na vacaria, quando estavas a arrancar arbustos para queimar segundo as ordens do chefinho, conseguiste queimar um bocado das pestanas, sobrancelhas e até uma madeixa de cabelo. Desta vez safaste-te, não estava vento, mas o cheiro a fumo vai-te perseguir, pelo menos, até ao fim de semana, tomes os banhos que tomares, mudes de roupa as vezes que quiseres. Tu e fogo não combinam, definitivamente. Deixa isso para quem percebe da coisa. Deixa.


sábado, 19 de maio de 2012

Ingredientes de sonho #1

Bacon


Assim começa mais uma rubrica irrelevante, desta vez aos sábados. Vou trazer os meus ingredientes preferidos e alguns pratos onde os uso (os que eu gostar mais).

Hoje calhou ser o bacon. Como sou esquisitinha, bacons há muitos. Uns melhores, outros piores. Tenho as minhas marcas preferidas, mas às vezes nem depende da marca, depende do lote em si, cortes diferentes, regiões diferentes da peça, enfim, já referi várias vezes que não bato bem da cabeça.
O bacon vem, como saberão, do porco, mais especificamente da zona da barriga (podem utilizar-se outras peças da carcaça, mas cá em Portugal o bacon mais comum é mesmo proveniente da barriga). O processo base passa pela aplicação de salmoura, industrialmente realizada por injecção, podendo passar posteriormente por um processo de fumagem.
Como nas facas, uso um bacon diferente dependendo do prato que vou cozinhar. Uso, sem exagero e no mínimo, 5 tipos de bacon diferente: para comer em cru (às vezes é um bom petisco só por si), em fatias, em pedaços, para cozinhados longos ou para cozinhados curtos. Claro que à falta de um vai outro, mas quando me posso dar ao luxo de escolher...


Utilizações preferidas:
  • Tâmaras com bacon
  • Pyttipanna
  • Favas à algarvia
  • Favas guisadas
  • BLT

sábado, 12 de maio de 2012

quarta-feira, 9 de maio de 2012

"No Reservations" em Lisboa

Ainda não tive tempo de ver o programa todo, além de que me dá uma fome imensa. Como hoje também não estou inspirada, deixo-vos aqui esta coisinha boa, para quem gostar e ainda não tiver visto. A hora de almoço já passou, não deve haver perigo.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Biopost #3 - Abacate (Persea americana)

Andava há já algum tempo com uma ideia na cabeça, até que resolvi investigar mais a sério a viabilidade da mesma.


Facto: Adoro abacate.

Coisas da vida: É-me difícil arranjar abacates de boa qualidade, amadurecidos correctamente ou passíveis de serem amadurecidos correctamente em casa.


Resultados possíveis da junção dos dois elementos acima:
  • A vontade de comer abacate atinge tal nível que acabo por cair na asneira de comprar abacates verdes (e não tenho jeito nem paciência para os amadurecer em casa);
  • Fico a olhar durante 5 minutos, a duvidar se a boa aparência dos abacates que repousam na prateleira, a chamar por mim, se deve de facto à sua boa qualidade ou se é a vozinha cá dentro que me está a embelezar o cenário.
  • Mais frequentemente do que considero razoável, sou induzida em erro e em casa reparo que o que aparentava ser um bom abacate está quase todo castanho, seja por ter sido mal amadurecido seja pela quantidade de pessoas mal educadas, egoístas e... bom, já chega de insultos, que vêem com as mãos. São as mesmas pessoas que apalpam todo o legume e fruta que se lhes aparece à frente, nada gentilmente, e que normalmente acabam por não levar nenhum. Devem ter pouca noção da força que têm, os estupores... era andar com uma cana na mão e acertar-lhes nos nós dos dedos, a ver se aprendiam...
  • Acontece também algumas vezes o abacate ter todos os sinais de perfeição, e quando chega a hora H sabe a verde. Estes ainda consigo aproveitar, têm boa textura, mas não dão o mesmo gosto. Disfarço com mais sal, limão e cominhos.
  • Em alguns momentos épicos, em que parece que se abrem as nuvens e através delas passa uma luz divina, acompanhada de uma música celestial.... A coisa corre bem. Quando corre bem acontece levar quantos abacates posso com o pouco dinheiro que possuo na carteira, depois de um breve cálculo de quantos abacates posso eu comer antes que se estraguem.
Instruções aqui

 Bom, passando a parte em que não bato bem da cabeça à frente, passemos à minha ideia: criar os meus próprios abacates. Como vi tanta vez, pega-se num caroço, espetam-se uns palitos, mergulha-se num copo, põe-se ao sol, depois eventualmente passa-se para um vaso. Mesmo sendo uma árvore de grande dimensão, podando aquilo deve ficar com uma altura razoável para ter aqui no quintal. E mesmo que tivesse de esperar 3 ou 4 anos para que a árvore desse fruto, depois podia ter TODOS os abacates que quisesse, quando quisesse, e da maneira que quisesse!

 O êxtase durou pouco tempo.

Parece que afinal criar um abacateiro é até uma tarefa relativamente fácil, o pior é mesmo a parte do dar fruto. Primeiro, porque a semente que criarmos tem baixa probabilidade de vir a dar uma árvore com as mesmas características da "mãe". Com cruzamentos e enxertos pelo meio, era de esperar, eu é que estava cega com o sonho de poder vir a nadar em abacates. Depois, para assegurar a polinização e posterior formação de fruto, convém ter pelo menos 3 ou 4 árvores, de modo a haver polinização cruzada. A auto-polinização é complicada, porque os órgãos masculinos e femininos da planta desenvolvem-se dessincronizadamente. Aqui há diferenças entre cultivares: cultivares tipo A e tipo B, com sincronização diferente entre os órgãos masculinos e femininos. Tenho espaço, mas não para 3 ou 4 árvores, por muito que as pode...
 Outro pormenor que desconhecia é que os frutos chegam apenas a um determinado estado de maturação enquanto na árvore, para amadurecer mesmo têm de se tirar, tal como acontece com as bananas. Poderia ser vantajoso para que eu não tivesse de comer abacate de enfiada, que aquilo ainda é bastante calórico. Por tentativa e erro conseguia aprender a amadurecê-los como deve ser, penso eu.


Fiquei também a saber alguns pormenores com mais ou menos relevância ou piada, que aqui partilho:
aqui
  • É uma árvore da família das Lauráceas, assim como o louro, a canela e a cânfora;
  • É originária do México;
  • A variedade nativa, não-domesticada, chama-se criollo, é pequena e com uma maior proporção do fruto ocupada pela semente;
  • O nome vem do espanhol aguacate, que por sua vez vem da linguagem indígena ahuácatl, que significava testículo;
  • Há uma série de cultivares diferentes: Choquette, Hass (a minha favorita), Gwen, Lula, Pinkerton, Reed, Bacon, Brogden, Ettinger, Fuerte, Monroe, Sharwil, Zutano, Spinks, Sir Prize, Walter Hole (a bold as mais comuns cá em Portugal);
  • Partes da planta são bastante tóxicas para alguns animais: gatos, cães, vacas, cabras, coelhos, ratazanas, aves, peixes e cavalos.
  • Há uma Comissão Californiana do Abacate: http://www.avocado.org/
  • O abacate é um fruto rico em gorduras monoinsaturadas, como o azeite, daí o seu alto valor calórico.
  • É também um fruto bastante nutritivo, com valores significativos de vitamina E, ácido fólico, potássio, vitaminas do complexo B e fibra.
Como gosto bastante de comida mexicana, o abacate é uma peça chave. Dependendo do tempo, paciência e qualidade do fruto, costumo prepará-lo de várias maneiras: cortado aos cubos, regado com sumo de limão e sal; esmagado com um garfo, com limão, sal e cominhos; esmagado com um garfo ou passado com a varinha mágica, juntando-lhe depois sal, lima ou limão, cominhos, cebola e tomate bem picados, coentros picados e eventualmente um pouquinho de alho em pó, pimentos picados ou jalapeños. Com nachos, sem nachos, sozinho, acompanhado, é bom de qualquer maneira. Há quem o coma como doce, com açúcar ou mel, eu pessoalmente não aprecio.


Deu para notar que me está a apetecer bastante agora, não deu? :)


sábado, 14 de abril de 2012

F$%#in' Hot

A confirmarem-se as suas propriedades medicinais, não vou ter problemas nos próximos tempos. Abusei no chili, waaaaaay too hot.


Agora vou para a ventania, apanhar um bocadinho de sol. A ver se a Taça da Liga vem para Lisboa mais logo.

Bom fim-de-semana!