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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Indefinições

No que toca à maneira de ser de alguém, às características mais intrínsecas de uma pessoa, que fazer quando a sensação de 'downhill' não passa, quando não está a funcionar? Tentar mudá-las? Ficar na mesma mas tentar fechar numa caixinha tudo aquilo que está a mais? Calar-se mesmo quando ainda se tem algo para dizer, por mais insignificante que possa ser? Se calhar é melhor. Uma pausa. Um interregno. Mas dos verdadeiros. Com esforço. Privação voluntária para autocontrole. Porque às tantas uma pessoa transforma-se sem querer.

E raciocínios destes servem para tanta coisa... e simultaneamente para NADA :)


(será que algum dia posso ser verdadeiramente Eu, toda Eu, sem qualquer tipo de restrições, medos, vergonhas, críticas, etc, e ser pelo menos compreendida, se não 'aceite' por alguém além de mim própria? Será que alguém, algum dia, pode verdadeiramente chegar a esse ponto? Gostava de poder continuar a pensar que sim)

quinta-feira, 8 de março de 2012

"Todos diferentes, todos iguais"


E não estou a falar de raças e religiões, falo de afectos. Porque todos precisamos de carinho e atenção, a merda é que sendo todos diferentes (e uns mais que outros, naturalmente) a felicidade torna-se mais esquiva.

Ou então é de mim, se calhar estou redondamente enganada... mas que gostava de ter algum carinho e atenção gostava, e tenho taaaanto para dar em troca. A chatice é que não é a qualquer um e, sobretudo, sexo a mim não me chega (também dava algum jeito, mas já percebi que mais vale estar quieta).

Mais vale pensar demais que partir para situações potencialmente destrutivas... A cada uma que a pessoa vai passando, vai-se estragando para a próxima, e pode ser que a próxima valha mesmo a pena. Eu cá prefiro não me estragar mais, amachuco-me facilmente.

Uma pessoa devia vir com alguns interruptores incorporados... Desligava alguns e era mais feliz e produtiva...