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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Obrigada

Obrigada caro escritório de contabilidade, por me terem avisado que iam de férias. Obrigada por eu enviar os dados para o meu recibo de vencimento no início da semana e estar à espera dele até agora. Obrigada por finalmente, depois de dois mails, ter telefonado e ninguém ter atendido. Obrigada por irem de férias no fim do mês, é uma altura muito oportuna. Para vocês, não para mim, que vou passar um fim de semana (e parte da semana) a contar os tostões para o gasóleo. Obrigada, um grande beijinho.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Ora portanto...

Quem quiser ir ao cinema ver um filme de animação tem de obrigatoriamente levar com a versão portuguesa... não sei porque me queixo, ainda posso escolher (por enquanto) entre a versão 3D e a versão 2D. Menos ainda tenho de me queixar porque é da maneira que poupo o dinheiro do bilhete. Qualquer dia tenho é a polícia à porta, por crimes informáticos.


Mas gostava mesmo de ir ao cinema para me distrair E ver alguma coisa que gostasse.....

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Eerie night

Fazer o percurso Ericeira-casa tarde da noite, num carro com os médios fundidos, recorrendo apenas a máximos e 4 piscas, com nevoeiro e chuviscos pelo meio, depois de uma tarde passada a limpar... hum... cócó. Mas soube bem, pelo bem dos animais.

domingo, 27 de maio de 2012

Foie gras

Quando eu me for, alguém diga à minha mãezinha que pode vender o meu fígado como foie gras, ainda deve render qualquer coisa...


Se calhar é por passar dias assim que detesto fígado e qualquer coisa relacionada com fígado...

sábado, 26 de maio de 2012

Badass liver... or is it a douchebag?

Terapia SOS de sábado à tarde:


o meu fígado é um mariquinhas... ou um fedelho estragado com mimos... apetece-me arrancá-lo.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Introspecção... again

Ontem foi um dia... menos bom. Digo menos bom e não mau porque felizmente tenho saúde, tenho um tecto, não me falta comida. Por coisas desse tipo não me sinto no direito de dizer que tive um dia mau, sinto-me agradecida pelo que tenho.

Mas sinto-me mal. E a culpa é minha. Possuo várias características que me tornam mais vulnerável à decepção e, sabendo disso, caio sempre no mesmo erro (bom, não no mesmo, mas numa das suas infinitas variantes): deixo-me levar cedo demais e sem dar conta. Claro que o resultado não é agradável.

Diz-se que "gato escaldado da água fria tem medo". A minha vida, no que toca a relacionamentos, não tem tido bons exemplos. Também não tenho sido muito felizarda nesse campo. Mas continuo a acreditar, e invariavelmente a cair no mesmo erro. Será caso para aparvalhar: o gato pode ter medo, mas continua a ter de beber água.

E às vezes o gato, por beber só quando a sede aperta, engasga-se.

E dói. É sinal de vida, verdade, mas é desagradável, e tudo o que é demais enjoa. Eu cá sou pelo equilíbrio. Um bocado de bom, que sabe bem, um bocadinho de mau, porque não se pode fugir a isso e porque acaba por não se esquecer o valor que o bom tem. E o karma, se existe, estaria a meu favor. Ou então tenho mau karma acumulado de há 3 vidas para cá.

Resta-me analisar quanto deste comportamento é estupidez, inaptidão, azar ou trauma. Porque gostava mesmo de saber, porque tentar mudar com base empírica não tem resultado. Preciso de um bocado de ciência, quanto mais não seja para abordar o problema de outra forma.

Era tudo mais fácil se pudesse desligar essa parte de mim (a afectiva) como se houvesse aqui algures um interruptor. Mas ao mesmo tempo não gostava de deixar de sentir. E isto tudo, isto de pensar demais nas coisas, dá cabo de mim. E o maior problema disto tudo é que não só dá cabo de mim como extravasa para o outro lado, e o outro lado não tem culpa que eu seja maluquinha...

"Então não penses demasiado nas coisas". Não dá... Enquanto não arranjar algo que me consuma, algo em que me consiga concentrar, que me dê gosto, que me faça descansar a parte afectiva da mente, não dá. E se por acaso conseguisse perder um bocado a sensibilidade, depois se/quando vier A oportunidade não a ia aproveitar a 100%, também não quero.

"Então aguenta-te à bronca". E aguento, que remédio. Mas depois há dias como o de ontem. Mas hoje será melhor.

Até à próxima queda, uma pessoa distrai-se. Quem sabe, pode ser que me distraia de tal maneira que quando me deixar levar outra vez não haja queda...

sábado, 7 de abril de 2012

Asneira

Pronto, caí na asneira de andar a fazer zapping, calhar estar a dar o The Holiday e eu ficar a ver (outra vez...).

Bom, pelo menos fui buscar à gaveta a Imogen Heap e Frou Frou...




Damn... o falhanço daquele sábado persegue-me... quero um meet-cute, mas em bom!

sexta-feira, 9 de março de 2012

Sofrimento atroz

Cartaz de sonho.... e eu não posso ir... $%#$%%&#

Perspectivas

Quando uma pessoa chega à conclusão que vê a mesma coisa que a outra mas de uma perspectiva bem diferente é tramado... especialmente quando não faz ideia do que a outra vê, ou de como vê a mesma situação.



E pelos vistos hoje em dia perguntar não vale de nada, as pessoas gostam pouco de perguntas... Ou então é porque não interessava mesmo, é isso! Dá-me uma certa pena, mas ao mesmo tempo é libertador.


Muahahahah

quinta-feira, 8 de março de 2012

"Todos diferentes, todos iguais"


E não estou a falar de raças e religiões, falo de afectos. Porque todos precisamos de carinho e atenção, a merda é que sendo todos diferentes (e uns mais que outros, naturalmente) a felicidade torna-se mais esquiva.

Ou então é de mim, se calhar estou redondamente enganada... mas que gostava de ter algum carinho e atenção gostava, e tenho taaaanto para dar em troca. A chatice é que não é a qualquer um e, sobretudo, sexo a mim não me chega (também dava algum jeito, mas já percebi que mais vale estar quieta).

Mais vale pensar demais que partir para situações potencialmente destrutivas... A cada uma que a pessoa vai passando, vai-se estragando para a próxima, e pode ser que a próxima valha mesmo a pena. Eu cá prefiro não me estragar mais, amachuco-me facilmente.

Uma pessoa devia vir com alguns interruptores incorporados... Desligava alguns e era mais feliz e produtiva...